Do Senhor vem a salvação dos justos; ele é a sua fortaleza na hora da adversidade. Salmo 37.39
Leitura diária na versão Nova Versão Internacional - Português


Ezequiel 39
Ezequiel 40
Apocalipse 5

Ezequiel 39


1
Filho do homem, profetize contra Gogue e diga: Assim diz o Soberano, o Senhor: Eu estou contra você, ó Gogue, príncipe maior de Meseque e de Tubal.
2
Farei você girar e o arrastarei. Eu o trarei do extremo norte e o enviarei contra os montes de Israel.
3
Então derrubarei o arco da sua mão esquerda e farei suas flechas caírem da sua mão direita.
4
Nos montes de Israel você cairá, você e todas as suas tropas e as nações que estiverem com você. Eu darei você como comida a todo tipo de ave que come carniça e aos animais do campo.
5
Você cairá em campo aberto, pois eu falei. Palavra do Soberano, o Senhor.
6
Mandarei fogo sobre Magogue e sobre aqueles que vivem em segurança nas regiões costeiras, e eles saberão que eu sou o Senhor.
7
Farei conhecido o meu santo nome no meio de Israel, o meu povo. Não mais deixarei que o meu nome seja profanado, e as nações saberão que eu, o Senhor, sou o Santo de Israel.
8
E aí vem! É certo que acontecerá. Palavra do Soberano, o Senhor. Este é o dia de que eu falei.
9
Então aqueles que morarem nas cidades de Israel sairão e usarão armas como combustível e as queimarão: os escudos, pequenos e grandes, os arcos e flechas, os bastões de guerra e as lanças. Durante sete anos eles as utilizarão como combustível.
10
Não precisarão ajuntar lenha nos campos nem cortá-la nas florestas, porque eles usarão as armas como combustível. E eles despojarão aqueles que os despojaram e saquearão aqueles que os saquearam. Palavra do Soberano, o Senhor.
11
Naquele dia darei a Gogue um túmulo em Israel, no vale dos que viajam para o oriente na direção[70] do Mar[71]. Ele bloqueará o caminho dos viajantes porque Gogue e todos os seus batalhões serão sepultados ali. Por isso será chamado vale de Hamom-Gogue[72].
12
Durante sete meses a nação de Israel os estará sepultando a fim de purificar a terra.
13
Todo o povo da terra os sepultará, e o dia em que eu for glorificado será para eles um dia memorável. Palavra do Soberano, o Senhor.
14
Depois dos sete meses serão contratados homens para percorrerem a terra e sepultarem ­os que ainda restarem. E assim a terra será purificada.
15
Quando estiverem percorrendo a terra e um deles vir um osso humano, fincará um marco ao lado do osso até que os coveiros o sepultem no vale de Hamom-Gogue.
16
(Também haverá ali uma cidade à qual se dará o nome de Hamoná[73]. ) E assim eles purificarão a terra.
17
Filho do homem, assim diz o Soberano, o Senhor: Chame todo tipo de ave e todos os animais do campo: Venham de todos os lugares ao redor e reúnam-se para o sacrifício que estou preparando para vocês, o grande sacrifício nos mon­tes de Israel. Ali vocês comerão carne e beberão sangue.
18
Comerão a carne dos poderosos e beberão o sangue dos príncipes da terra como se eles fossem carneiros, cordeiros, bodes e novilhos, todos eles animais gordos de Basã.
19
No sacrifício que lhes estou preparando vocês comerão gordura até empanturrar-se e beberão sangue até embriagar-se.
20
À minha mesa vocês comerão sua porção de cavalos e cavaleiros, de homens poderosos e soldados de todo tipo. Palavra do Soberano, o Senhor.
21
Exibirei a minha glória entre as nações, e todas as nações verão o castigo que eu trouxer e a mão que eu colocar sobre eles.
22
Da­quele dia em diante a nação de Israel saberá que eu sou o Senhor, o seu Deus.
23
E as nações saberão que os israelitas foram para o exílio por sua iniqüidade, porque me foram infiéis. Por isso escondi deles o meu rosto e os entreguei nas mãos de seus inimigos, e eles caíram à espada.
24
Tratei com eles de acordo com a sua impureza e com as suas transgressões, e escondi deles o meu rosto.
25
Por isso, assim diz o Soberano, o Senhor: Agora trarei Jacó de volta do cativeiro[74] e terei compaixão de toda a nação de Israel, e serei zeloso pelo meu santo nome.
26
Eles se esquecerão da vergonha por que passaram e de toda a infidelidade que mostraram para comigo enquanto viviam em segurança em sua terra, sem que ninguém lhes causasse medo.
27
Quando eu os tiver trazido de volta das nações e os tiver ajuntado dentre as terras de seus inimigos, eu me revelarei santo por meio deles à vista de muitas nações.
28
Então eles saberão que eu sou o ­Senhor, o seu Deus, pois, embora os tenha enviado para o exílio entre as nações, eu os reunirei em sua própria terra, sem deixar um único deles para trás.
29
Não mais esconderei deles o rosto, pois derramarei o meu Espírito sobre a nação de Israel. Palavra do Soberano, o Senhor.

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Ezequiel 40


1
No início do vigésimo quinto ano do exílio, no início do ano, no décimo dia do mês, no décimo quarto ano depois da queda da cidade, naquele exato dia a mão do Senhor esteve sobre mim e ele me levou para lá.
2
Em visões de Deus ele me levou a Israel e me pôs num monte muito alto, sobre o qual, no lado sul, havia alguns prédios que tinham a aparência de uma cidade.
3
Ele me levou para lá, e eu vi um homem que parecia de bronze; ele estava em pé junto à entrada, tendo em sua mão uma corda de linho e uma vara de medir.
4
E ele me disse: "Filho do homem, fixe bem os olhos e procure ouvir bem, e preste atenção a tudo o que vou lhe mostrar, pois para isso você foi trazido aqui. Conte à nação de Israel tudo o que você vai ver".
5
Vi um muro que cercava completamente a área do templo. O comprimento da vara de medir na mão do homem era de seis medidas longas, cada uma com meio metro[75]. Ele mediu o muro, que tinha três metros[76] de espessura e três de altura.
6
Depois ele foi até a porta que dá para o oriente. Subiu os seus degraus e mediu a soleira da porta, que tinha três metros de extensão[77].
7
As salas dos guardas tinham três metros de comprimento e três metros de largura, e as paredes entre elas tinham dois metros e meio de espessura. A soleira da porta junto ao pórtico, defronte do templo, tinha três metros de extensão.
8
Depois ele mediu o pórtico,
9
que tinha[78] quatro metros de extensão e seus batentes tinham um metro de espessura. O pórtico estava voltado para o templo.
10
Da porta oriental para dentro havia três salas de cada lado; as três tinham as mesmas medidas, e as faces das paredes salientes de cada lado tinham as mesmas medidas.
11
A seguir ele mediu a largura da porta, à entrada; era de cinco metros, e seu comprimento era de seis metros e meio.
12
Defronte de cada sala havia um muro de meio metro de altura, e os nichos eram quadrados, com três metros em cada lado.
13
Depois ele mediu a entrada a partir do alto da parede do fundo de uma sala até o alto da sala oposta; a distância era de doze metros e meio, da abertura de um parapeito até a abertura do parapeito oposto.
14
E mediu ao longo das faces das paredes salientes por toda a parte interna da entrada; eram trinta metros. A medida era até o pórtico[79] que dá para o pátio.
15
A distância desde a entrada da porta até a extremidade do seu pórtico era de vinte e cinco metros.
16
As salas e as paredes salientes dentro da entrada eram guarnecidas de estreitas aberturas com parapeito ao redor, como o pórtico; as aberturas que os circundavam davam para a parte interna. As faces das paredes salientes eram decoradas com tamareiras.
17
Depois ele me levou ao pátio externo. Ali eu vi alguns quartos e um piso que havia sido construído ao redor de todo o pátio; nele havia trinta quartos ao longo de todo o piso.
18
Este era adjacente às laterais das entradas e sua largura era igual ao comprimento; esse era o piso inferior.
19
A seguir ele mediu a distância da parte interna da entrada inferior até a parte externa do pátio interno, o que deu cinqüenta metros, tanto no lado leste como no lado norte.
20
Mediu depois o comprimento e a largura da porta que dá para o norte, e para o pátio externo.
21
Seus compartimentos, três de cada lado, suas paredes salientes e seu pórtico tinham as mesmas medidas dos compartimentos da primeira entrada. Tinham vinte e cinco metros de comprimento e doze metros e meio de largura.
22
Suas aberturas, seu pórtico e sua decoração com tamareiras tinham as mesmas medidas dos da porta que dava para o oriente. Sete degraus subiam até ela, e o seu pórtico ficava no lado oposto a eles.
23
Havia uma porta que abria o pátio interno e que dava para a porta norte, como também uma que dava para a porta leste. Ele mediu de uma porta à que lhe ficava oposta; eram cinqüenta metros.
24
Depois ele me levou para o lado sul, e eu vi uma porta que dava para o sul. Ele mediu seus batentes e seu pórtico, e eles tinham as mesmas medidas das outras portas.
25
A entrada e o pórtico tinham aberturas estreitas ao seu redor, como as aberturas das outras. Tinham vinte e cinco metros de comprimento e doze metros e meio de largura.
26
Sete degraus subiam até ela, e o seu pórtico ficava no lado oposto a eles; havia uma decoração de tamareiras nas faces das paredes salientes em cada lado.
27
O pátio interno também tinha uma porta que dava para o sul, e ele mediu desde essa porta até a porta externa no lado sul; eram cinqüenta metros.
28
A seguir ele me levou ao pátio interno pela porta sul e mediu a porta sul; suas medidas eram iguais às outras.
29
Suas salas, suas paredes salientes e seu pórtico tinham as mesmas medidas dos outros. A entrada e seu pórtico tinham aberturas ao seu redor. Tinham vinte e cinco metros de comprimento e doze metros e meio de largura.
30
(Os pórticos das entradas ao redor do pátio interno tinham doze metros e meio de largura e dois metros e meio de extensão. )
31
Seu pórtico dava para o pátio externo; tamareiras decoravam seus batentes, e oito degraus subiam até a porta.
32
Depois ele me levou ao pátio interno no lado leste, e mediu a entrada; suas medidas eram iguais às outras.
33
Suas salas, suas paredes salientes e seu pórtico tinham as mesmas medidas dos outros. A entrada e seu pórtico tinham aberturas ao seu redor. Tinham vinte e cinco metros de comprimento e doze metros e meio de largura.
34
Seu pórtico dava para o pátio externo; tamareiras decoravam os batentes em cada lado, e oito degraus subiam até ela.
35
Depois ele me levou à porta norte e a mediu; suas medidas eram iguais às outras,
36
como também as medidas de suas salas, suas paredes salientes e seu pórtico, e tinha aberturas ao seu redor. Tinha vinte e cinco metros de com­primento e doze metros e meio de largura.
37
Seu pórtico dava[80] para o pátio externo; tamareiras decoravam os batentes em ambos os lados, e oito degraus subiam até ela.
38
Um quarto com sua entrada ficava junto do pórtico de cada uma das entradas internas, onde os holocaustos[81] eram lavados.
39
No pórtico da entrada havia duas mesas de cada lado, em que os holocaustos, as ofertas pelo pecado e as ofertas pela culpa eram abatidos.
40
Jun­to à parede externa do pórtico da entrada, perto dos degraus da porta norte, ficavam duas mesas, e do outro lado dos degraus havia duas mesas.
41
Havia, pois, quatro mesas num lado da entrada e quatro no outro, onde os sacrifícios eram abatidos. Eram oito mesas ao todo.
42
Também havia quatro mesas de pedra lavrada para os holocaustos, cada uma com setenta e cinco centímetros de comprimento e de largura, e cinqüenta centímetros de altura. Nelas colocavam-se os utensílios para o abate dos holocaustos e dos outros sacrifícios.
43
E ganchos de duas pontas, cada um com quatro dedos de comprimento, estavam presos à parede, em toda a sua extensão. As mesas destinavam-se à carne das ofertas.
44
Dentro do pátio interno havia dois quartos antes da porta interna; um ficava ao lado[82] da porta norte que dava para o sul, e outro ao lado da porta sul[83] que dava para o norte.
45
Ele me disse: O quarto que dá para o sul é para os sacerdotes encarregados do templo,
46
e o quarto que dá para o norte é para os sacerdotes encarregados do altar. São eles os filhos de Zadoque, os únicos levitas que podem aproximar-se do Senhor para ministrarem diante dele.
47
Depois ele mediu o pátio: era quadrado, medindo cinqüenta metros de comprimento e cinqüenta de largura. E o altar ficava em frente do templo.
48
A seguir levou-me ao pórtico do templo e mediu os seus batentes; eles tinham dois metros e meio de largura em ambos os lados. A largura da entrada era de sete metros, e suas paredes salientes tinham[84] um metro e meio de largura em cada lado.
49
O pórtico tinha dez metros de largura e seis metros da frente aos fundos. Havia um lance de escadas que dava acesso a ele[85], e três colunas em cada lado dos batentes.

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Apocalipse 5


1
Então vi na mão direita daquele que está assentado no trono um livro em forma de rolo, escrito de ambos os lados e selado com sete selos.
2
Vi um anjo poderoso, proclamando em alta voz: "Quem é digno de romper os selos e de abrir o livro?"
3
Mas não havia ninguém, nem no céu nem na terra nem debaixo da terra, que pudesse abrir o livro, ou sequer olhar para ele.
4
Eu chorava muito, porque não se encontrou ninguém que fosse digno de abrir o livro e de olhar para ele.
5
Então um dos anciãos me disse: "Não chore! Eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos".
6
Depois vi um Cordeiro, que parecia ter estado morto, em pé, no centro do trono, cercado pelos quatro seres viventes e pelos anciãos. Ele tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra.
7
Ele se aproximou e recebeu o livro da mão direita daquele que estava assentado no trono.
8
Ao recebê-lo, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro. Cada um deles tinha uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos;
9
e eles cantavam um cântico novo: Tu és digno de receber o livro e de abrir os seus selos, pois foste morto, e com teu sangue compraste para Deus gente de toda tribo, língua, povo e nação.
10
Tu os constituíste reino e sacerdotes para o nosso Deus, e eles reinarão sobre a terra.
11
Então olhei e ouvi a voz de muitos anjos, milhares de milhares e milhões de milhões. Eles rodeavam o trono, bem como os seres viventes e os anciãos,
12
e cantavam em alta voz: "Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!"
13
Depois ouvi todas as criaturas existentes no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e tudo o que neles há, que diziam: "Àquele que está assentado no trono e ao Cordeiro sejam o louvor, a honra, a glória e o poder, para todo o sempre!"
14
Os quatro seres viventes disseram: "Amém", e os anciãos prostraram-se e o adoraram.

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