Bienaventurado el que lee, y los que oyen las palabras de esta profecía, y guardan las cosas en ella escritas: porque el tiempo está cerca.Apocalipsis 1.3.
Estou fazendo esta oração, ó Deus, porque sei que Tu me respondes. Ouve com atenção os meus pedidos e dá-me a tua resposta. Salmo 17.6

Leitura diária na versão Bíblia Viva - Portugués

2 Reis 6 Topo
1

UM DIA OS alunos do seminário disseram a Eliseu: "Mestre, como vê, nosso dormitório aqui é muito pequeno; não temos acomodações boas. Que acha de construirmos um bem grande ao lado do rio Jordão? Lá existe bastante madeira." "Está bem," respondeu Eliseu: "podem ir."

3

"Então venha conosco," sugeriu um deles. "Eu irei," disse ele.

4

Chegaram ao Jordão e começaram a derrubar as árvores;

5

num dado momento, um deles, enquanto trabalhava, deixou escapar da mão o machado, que foi cair justamente dentro da água e afundou. "O que faço agora?" perguntou o rapaz. "O machado nem era meu; eu pedi emprestado para trabalhar!"

6

"Onde ele caiu?" perguntou o profeta. Mostraram-lhe o lugar. Então Eliseu cortou uma vara e jogou na água, no lugar onde o machado havia afundado. E o machado veio para a superfície da água!

7

"Apanhe-o," disse o profeta. E o rapaz, estendendo a mão, alcançou o machado e o apanhou.

8

Uma vez, quando o rei da Síria estava em guerra contra Israel, combinou com os seus oficiais e comandantes um certo lugar para reunir os soldados.

9

Imediatamente o profeta Eliseu avisou o rei de Israel a respeito do lugar onde se acampariam as tropas do rei da Síria.

10

O rei de Israel mandou soldados para ver se realmente as tropas do rei da Síria estavam no lugar que o profeta tinha indicado. E viram que era verdade. Com isso eles se livraram de uma derrota. E isso aconteceu diversas vezes.

11

0 rei da Síria ficou desconfiado. Como é que o exército de Israel podia descobrir o lugar do seu acampamento? Então ele reuniu os seus oficiais e comandantes, e perguntou: "Qual de vocês é o traidor? Quem esteve informando o rei de Israel sobre os meus planos?"

12

"Não somos nós, senhor!" respondeu um dos oficiais. "Eliseu, o profeta, é quem descobre os seus planos e conta ao rei de Israel, até as palavras ditas em segredo no seu quarto, a portas fechadas! Ele é profeta!"

13

"Vão descobrir onde ele está," disse o rei, "e mandaremos soldados para prendê-lo. A informação que o rei recebeu foi esta: "Eliseu está em Dotã."

14

Então uma noite o rei da Síria mandou um grande exército, com muitos carros e cavalos para cercarem a cidade de Dotã.

15

Quando o moço, criado do profeta, se levantou pela manhã, ao sair, viu que estavam cercados pelas tropas, carros e cavalos. "Ai, meu senhor, o que faremos agora?" clamou o criado a Eliseu.

16

"Não tenha medo," disse Eliseu. "Nosso exército é muito maior, e muito mais forte do que o do rei da Síria!"

17

Então Eliseu orou: "Ó Deus! Abre os olhos do meu auxiliar para que ele veja!" E Deus abriu os olhos do moço, e ele viu a montanha coberta de cavalos e carros de fogo!

18

Enquanto os soldados inimigos avançavam contra a cidade, Eliseu orou: "Ó Deus, fecha os olhos dos soldados inimigos; que todos fiquem cegos". E assim aconteceu.

19

Então Eliseu saiu da sua casa, foi ao encontro dos soldados inimigos e lhes disse: "Prestem atenção, soldados! Vocês tomaram o caminho errado; e nem é esta a cidade que vocês querem. Venham comigo e eu levarei vocês ao homem que estão procurando." E Eliseu guiou as tropas inimigas até Samaria!

20

Assim que chegaram a Samaria, Eliseu orou: "Ó Deus, abre agora os olhos de todos os soldados inimigos para que eles vejam." E Deus abriu os olhos de todos, e assim eles descobriram que estavam na cidade de Samaria, a capital de Israel!

21

Quando o rei de Israel viu que os inimigos estavam em seu poder, perguntou a Eliseu: "Ó profeta, devo matar a todos agora? Devo matá-los? São os inimigos!"

22

"De maneira alguma," respondeu Eliseu. "Por acaso é costume matar prisioneiros de guerra? Não; pelo contrário, ofereça a eles alimento para matar a fome, e água para matar a sede; depois, deixe que eles voltem para suas casas."

23

Assim o rei ofereceu aos soldados uma grande festa, onde houve muita comida, um verdadeiro banquete. Depois despediu a todos para as suas terras, para o seu rei. Eles partiram, e não voltaram mais a invadir a terra de Israel.

24

Mais tarde, contudo, o rei da Síria tornou a provocar Israel. Esse rei se chamava Ben-Hadade. Ele reuniu um grande exército, e mandou cercar a cidade de Samaria.

25

Com isso, houve uma grande miséria na cidade, e o povo começou a passar fome. Tudo ficou muito caro, especialmente a comida. Vendiam a cabeça de um jumento por oitenta siclos de prata; até o esterco de pombos era vendido a preço muito alto!

26

Um dia, quando o rei de Israel andava pelos muros da cidade, uma mulher gritou: "O rei, meu senhor! ajude-me, por favor! Ajude-me!" "Se o Senhor Deus não quer ajudar, como poderei eu? Não tenho comida, não tenho nada para dar a você. Mas afinal, o que aconteceu? Por que está pedindo socorro?" disse o rei. Ela respondeu: "Eu e esta mulher estávamos morrendo de fome; então combinamos matar nossos filhos para comermos, o meu num dia e o dela no outro dia. Assim fizemos. Matamos ontem o meu filho, e comemos a sua carne. Hoje é o dia de comermos o dela. Mas sabe o que ela fez? Escondeu o filho! É justo isso?" Quando o rei ouviu, ficou tão horrorizado que rasgou suas roupas, em sinal de tristeza. O povo que observava esta cena notou que o rei, debaixo das vestes rasgadas, usava uma roupa feita de pano de saco grosseiro sobre a pele.

31

"Que Deus me mate, se eu não cortar a cabeça de Eliseu hoje!" disse o rei amargurado.

32

Eliseu estava sentado em sua casa, presidindo a uma reunião com os homens mais velhos de Israel, quando o rei mandou um mensageiro chamá-lo. Antes, porém, do mensageiro chegar, Eliseu disse aos homens: "Aquele assassino está mandando um homem para me matar. Quando ele chegar, fechem a porta e o deixem do lado de fora, pois o seu senhor certamente virá logo atrás" .

33

Enquanto Eliseu ainda falava, o mensageiro chegou seguido pelo rei. "O Senhor causou todo este mal", disse o rei. "Como, pois, esperar auxílio da parte de Deus?"

2 Reis 7 Topo
1

ENTÃO DISSE ELlSEU: "O Senhor diz que amanhã, a estas horas mais ou menos, no mercado de Samaria se venderão nove litros de flor de farinha ou dezoito litros de cevada por um siclo."

2

Mas o oficial que estava auxiliando o rei, disse. "Tal coisa não poderia acontecer, nem mesmo se o Senhor fizesse janelas no céu!" Eliseu, porém, respondeu: "Você vai ver isso acontecer, mas não poderá comprar nem um pouquinho!"

3

Ora, havia quatro homens leprosos assentados do lado de fora das portas da cidade. "Por que vamos ficar sentados aqui até morrermos?" perguntavam uns aos outros.

4

Morreremos de fome se ficarmos aqui, e morreremos de fome se voltarmos para a cidade; talvez seja melhor sairmos e nos entregarmos ao exército sírio. Se eles nos deixarem viver, tanto melhor; se nos matarem, de qualquer maneira teríamos de morrer."

5

De modo que, ao anoitecer daquele dia eles se dirigiram ao acampamento dos sírios, mas ao chegarem ali, viram que não havia ninguém!

6

Porque o Senhor fez com que todo o exército sírio ouvisse o barulho de carros em alta velocidade, o barulho de cavalos correndo a galope, e os sons de um grande exército que se aproximava. "Vai ver que o rei de Israel contratou os heteus e os egípcios para nos atacarem," exclamaram eles.

7

Assim, tomados de medo, eles fugiram durante a noite, abandonando suas tendas, seus cavalos, jumentos e tudo mais no acampamento. Só queriam salvar suas vidas.

8

Quando os leprosos chegaram à entrada do acampamento, foram de uma tenda à outra comendo, bebendo vinho e levando embora a prata e o ouro e as roupas que encontravam, para esconder.

9

Por fim, disseram uns aos outros: "Isto que estamos fazendo não é certo. Esta notícia é maravilhosa, e nós não estamos contando a ninguém! É possível que se esperarmos até ao amanhecer, caia sobre nós alguma calamidade terrível; vamos sair daqui; vamos voltar e contar ao pessoal do palácio".

10

Voltaram, pois, à cidade e contaram aos guardas o que havia acontecido que eles tinham ido ao acampamento dos sírios, e não havia ninguém lá! Os cavalos e os jumentos estavam amarrados, e as tendas estavam todas em ordem, mas não havia uma viva alma por ali.

11

Então os guardas gritaram, anunciando a notícia aos que estavam no palácio.

12

O rei se levantou e disse aos seus oficiais: "Eu sei o que aconteceu. Os sírios sabem que estamos morrendo de fome; por isso eles saíram do acampamento e se esconderam pelos campos, pensando em atrair-nos para fora da cidade. Depois eles nos atacam, prendem-nos como escravos e entram na cidade".

13

Um dos seus oficiais respondeu: "Seria melhor que mandássemos uns espias para ver. Eles que peguem cinco dos cavalos restantes - se acontecer alguma coisa, aos animais, não será nada pior do que se eles ficarem aqui e morrerem com o resto de nós!"

14

Encontraram quatro cavalos e dois homens para guiá-los e o rei os enviou para ver aonde tinham ido os sírios.

15

Seguiram um rastro de roupas e equipamentos por todo o caminho, até ao rio Jordão; na pressa de fugir, os sírios iam jogando essas roupas e esses equipamentos. Os espias voltaram e contaram ao rei o que viram

16

e o povo de Samaria correu para o acampamento dos sírios e pegou tudo o que podia pegar. E assim puderam vender nove litros de flor de farinha e dezoito litros de cevada, naquele dia, pelo preço de um siclo, exatamente como o Senhor havia dito!

17

O rei tinha nomeado seu principal ajudante para dirigir o movimento no portão de entrada, porém naquela correria de gente, ele foi derrubado, pisado e morto. Eliseu havia predito isso no dia anterior, quando o rei foi prendê-lo

18

e o profeta disse ao rei que a flor de farinha e a cevada teriam um preço muito barato no dia seguinte.

19

O oficial do rei tinha respondido: "Tal coisa não poderia acontecer, nem mesmo se o Senhor fizesse janelas no céu!" E o profeta disse: "Você vai ver isso acontecer, mas não poderá comprar nem um pouquinho!"

20

E não pôde mesmo, porque o povo o derrubou, tendo sido pisado até morrer junto à porta!

Lucas 5.1-16 Topo
1

UM DIA quando Ele pregava na praia do Lago de Genesaré, grandes multidões estavam perto dEle para ouvir a Palavra de Deus.

2

Ele notou que se achavam na beira d'água dois barcos desocupados, enquanto os pescadores lavavam as redes.

3

Entrando num dos barcos, Jesus pediu a Simão, seu dono que o empurrasse um pouco para dentro d'água, a fim de que Ele pudesse sentar-Se no barco e dali falar ao povo.

4

Quando acabou de falar, Jesus disse a Simão: "Agora saiam mais para o fundo e lancem as redes, que vocês vão pegar muitos peixes!"

5

"Senhor", respondeu Simão, "nós trabalhamos durante a noite toda e não pegamos nada. Porém se o Senhor diz assim, vamos tentar novamente".

6

E desta vez as redes ficaram tão cheias que começaram a romper-se!

7

Um grito de auxílio trouxe os companheiros deles no outro barco e em breve os dois barcos estavam tão cheios de peixes, que quase afundaram.

8

Quando Simão Pedro percebeu o que havia acontecido, caiu de joelhos diante de Jesus e disse: "O Senhor, deixe-nos, por favor - eu sou pecador demais para andar ao seu lado".

9

Pois ele assustou-se com o tamanho da pescaria, como também os outros que estavam com ele

10

inclusive seus sócios - Tiago e João, filhos de Zebedeu. Jesus respondeu: "Não se preocupe! De agora em diante você estará pescando as almas dos homens!"

11

E logo que eles chegaram à terra, deixaram tudo e O seguiram.

12

Um dia, em certa aldeia que Ele estava visitando, havia um homem com um sério caso de lepra. Quando ele viu Jesus, caiu ao chão diante dEle com o rosto em terra, suplicando que o curasse. "Senhor", dizia ele, "se tão-somente quiser, o Senhor pode limpar-me de qualquer vestígio da minha doença".

13

Jesus estendeu a mão, tocou no homem e disse: "Claro que Eu quero. Seja curado". E a lepra o deixou no mesmo instante!

14

Então Jesus ordenou-lhe que fosse imediatamente, sem contar a ninguém o que havia acontecido, para ser examinado pelo sacerdote judaico, "Vá oferecer o sacrifício que a lei de Moisés exige dos leprosos que são curados", disse Ele, "isto provará a todo mundo que você está bom"

15

Ora, a notícia do seu poder espalhou-se mais e mais; enormes multidões vinham ouvi-lo pregar, e também para serem curadas de suas doenças.

16

Porém Ele muitas vezes Se afastava para lugares desertos, a fim de orar.